21/09/2017

It: A Coisa | Uma nova forma de sentir medo

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It: A Coisa | Uma nova forma de sentir medo

Em apenas duas semanas de exibição, It - A coisa se tornou a segunda maior bilheteria para um filme de terror nos EUA, a previsão é de que nas próximas semanas ultrapasse O exorcista tornando-se, assim, a maior bilheteria para o gênero. Com a direção de Andy Muschetti e duração de 2h15min. o filme faz jus a toda repercussão que anda tendo, já no começo do longa temos a breve noção de qual será o tom que ele irá possuir, no entanto, não nos entrega tudo e somos surpreendidos mais do que estávamos esperando, essa combinação é uma das coisas que torna It tão excelente.

10/09/2017

7 casais mais fofos das séries

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7 casais mais fofos das séries

Muitas séries nos apresentam personagens e histórias incríveis, não é mesmo? Pensando nisso, a Pinguim resolveu trazer uma lista com os casais das séries que a gente morre de fofura quando eles aparecem na tela, eu sei que vocês suspiram também. Então, não foi fácil selecionar apenas sete até porque, convenhamos, o mundo das séries é bem vasto e existe inúmeros casais fofinhos, mas tive que utilizar um critério de forma bem rigorosa e bastante simples, na verdade, que consiste em avaliar se os potenciais casais se encaixam na categoria 'os mais fofos da vida', o resultado vocês conferem a seguir.

01/09/2017

Sejamos todos feministas | Poucas páginas, muitos ensinamentos

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Sejamos todos feministas é uma adaptação de um discurso feito pela nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie na Conferência TEDx Euston. A autora também escreveu outros livros como, Meio sol amarelo (2008), que foi vencedor do prêmio Orange Price e adaptado ao cinema em 2013, escreveu também Hibisco Roxo (2011) e Americanah (2014).  O livro possui 64 páginas, sendo, portanto, uma leitura rápida e que pode ser feita em torno de 1h. 

Vamos a sinopse?

Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. “Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: ‘Você apoia o terrorismo!’”. Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e começou a se intitular uma “feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens”. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1,5 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé. 
O livro começa com relatos da autora sobre atitudes machistas e sobre o quanto estereotipam o feminismo, tais relatos lembram várias situações que já aconteceram ou acontecem conosco. A leitura desde o começo é agradável e acessível, os ensinamentos que a Adichie quer passar são apresentados de forma bem didática e os argumentos bem fundamentados. A linguagem é informal, a sensação que temos enquanto lemos é que estamos tendo uma conversa gostosa com alguém que tem propriedade do que está falando, gostei muito dessa forma que a autora escolheu usar, pois é importante que mais pessoas tenham acesso a questões feministas e por esse método torna mais fácil de se compreender o assunto. 


17/08/2017

Orphan Black | É difícil dizer adeus

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AVISO: Obviamente contém spoilers.

Orphan Black chegou ao fim, ao longo de suas 5 temporadas aprendemos tanto, evoluímos mais ainda e até, de certo modo, crescemos junto com as personagens. É hora de dar adeus a uma das séries mais incrível que conhecemos e isso não é uma tarefa nem um pouco fácil.

Entendo a decisão dos criadores de finalizar a série, mesmo querendo que tivesse mais temporadas, inclusive já era algo que eles já haviam pensado quando começaram Orphan Black, acho importante tal decisão porque a fim de prolongar as temporadas para dar continuidade a série, poderia muito bem se perder a essência da história, poderia acabar sendo muita enrolação, só para encher linguiça, sabe? Fico até bem feliz com a forma que escolheram terminar, pois teve todas as coisas das quais precisávamos, nós e nossas queridas clones. Mas, claro, fico super triste de ver uma das minhas séries favoritas encerrar seu ciclo, ninguém é de ferro, muito menos a Pinguim.

Nessas horas, somos pegos pela nostalgia, não é mesmo? E fiquei relembrando meu primeiro contato com as clones, descobri Orphan Black de forma bem aleatória, enquanto passava os canais da tv, me deparei com o nome da série e lembrei que já tinha ouvido falar do nome dela, mas como estava em um episódio avançado, resolvi não parar para assistir e ver do começo direitinho. Passou-se o tempo e decidi em um final de semana qualquer começar a ver o piloto, eu só sei que devorei as duas primeiras temporadas - eram as únicas que tinham, já que a terceira estava sendo gravada - em dois dias. Esse é o nível de quão boa OB (apenas fãs podem chamar assim, brincadeirinha) é. Começa com um episódio e quando percebe já terminou a temporada, até porque dez episódios são rapidinhos e com uma história cheia de suspense que te faz querer descobrir o que tá acontecendo, isso a torna a série mais rápida da vida.

09/08/2017

The OA | A narrativa que instiga curiosidade

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A Netflix possui muitos materiais originais incríveis de bons, não é mesmo? E The OA é um deles, com certeza. A série possui poucos episódios, ao total são oito, e cada um com uma média de uma hora de duração. É daquelas perfeitas para maratonar, em um final de semana vai ligeirinho. Fica aí a dica aos seriadores de plantão. 

Os criadores Brit Marling (também interpreta Prairie, a personagem principal) e Zal Batmanglij (Diretor da série) propõem uma história que mistura ficção cientifica com elementos sobrenaturais. A premissa, devemos dizer, é bem diferente e percebemos isso ao longo do desenvolvimento da trama. 

Para entender melhor do que estou falando, confira a sinopse e o trailer: 

Mas antes recomendo, que se você quiser maior surpresa sobre a história, não leia a sinopse ou veja o trailer. Quando assisti não sabia nada a respeito e logo no piloto fiquei impressionada com um plot twist que ele possui. No entanto, se você for curioso (a) demais e não consegue se conter, siga por sua conta e risco, certo?

22/07/2017

O sol é para todos | Sob a perspectiva de uma criança, refletimos sobre o racismo

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Ganhador do prêmio Pulitzer de ficção em 1961 e escolhido pelo Library Journal como o melhor romance do século XX, O sol é para todos - em inglês To Kill a Mockingbird - possui 364 páginas divididas em duas partes e cada uma delas aborda um aspecto da história. Além do Pulitzer, a obra teve uma adaptação cinematográfica ganhadora do Oscar de melhor roteiro adaptado em 1962.

Antes de sabermos qual parte aborda o que, melhor darmos uma conferida básica na sinopse para já ficar dentro do que se trata o livro:
"Um livro emblemático sobre racismo e injustiça: a história de um advogado que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca nos Estados Unidos dos anos 1930 e enfrenta represálias da comunidade racista. O livro é narrado pela sensível Scout, filha do advogado. Uma história atemporal sobre tolerância, perda da inocência e conceito de justiça. O sol é para todos, com seu texto forte, melodramático, sutil, cômico (The New Yorker) se tornou um clássico para todas as idades e gerações."
Ah, antes que eu me esqueça, não preciso nem dizer o quão linda é essa capa, né? E aproveitando para evidenciar que a diagramação do livro está maravilhosa, parabéns a Editora José Olympio!

20/06/2017

A Grande Muralha | Um olhar rápido sobre a Cultura Chinesa

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"A grande muralha" estreou dia 23/02 no Brasil e eu tive a oportunidade de assistir três dias antes de seu lançamento, mas só agora consegui liberar essa resenha (por alguns motivos particulares), então trago para vocês minha visão a respeito do mesmo.

Em coprodução com a China, o filme americano tem por diretor Zhang Yimou - que em sua carreira conta com algumas obras indicadas ao Oscar, uma delas, inclusive, nomeada devido a sua fotografia (O clã das adagas voadoras)

O longa, antes de tudo, é uma história de aventura/fantasia, digo isso, pois devido ao título podemos ter a ideia de que o filme irá retratar a construção da muralha ou pensar que será sobre uma ótica mais histórica, porém, a premissa é um tanto quanto diferente disso, a história da qual o filme quer contar terá como fonte o Folclore Chinês, que diz que a grande muralha foi construída para barrar a entrada de forças malignas, no longa a representação disso são criaturas conhecidas como Tao Tei. É extremamente importante a representação dos mitos e lendas de outras culturas, ainda mais quando se trata de um País Oriental, pois não estamos familiarizados e muitas vezes temos pouco conhecimento a respeito de suas culturas e tradições. 

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